Detalhes sobre a procuração

Uma das primeiras coisas a entrar na minha planilha quando decidi viajar foi fazer uma procuração dando plenos poderes aos meus pais para resolverem qualquer coisa para mim aqui no Brasil. Assuntos de banco, da empresa, de cursos… quero viajar sabendo que qualquer coisa que eu queira ou precise fazer no Brasil, os meus pais poderão resolver para mim.

Pois bem, leiga como sou em questões de direito, achei que era só ir ao cartório e pronto. Mas atenção, não é bem assim. Antes de fazer sua procuração, converse nos locais onde sabe que ela poderá vir a ser usada. Por exemplo, uma das instituições que quero que esteja coberta pela procuração me informou que eles têm um modelo próprio deles mesmos. Assim sendo, devo levar o modelo deles ao cartório para que a procuração seja feita seguindo aquele modelo específico.

E não é só isso, outro dia fui ao Banco do Brasil e algo me fez aproveitar que estava conversando com o gerente para falar na procuração. E ainda bem. Achei que faria apenas uma procuração dizendo que daria plenos poderes aos meus pais para resolverem qualquer assunto em instituições bancárias em meu nome, certo? Pois saibam que esse tipo de procuração não serve para o BB. Segundo o gerente me explicou, para eles a procuração tem que especificar o Banco do Brasil nominalmente e tem que especificar item por item, tipo, depósito, transferência, pegar cartão, talão de cheque, etc e tal. Ou seja, se não converso antes com o gerente, ia morrer numa grana e perder tempo à toa, pois a procuração não serviria.

São vários detalhes a serem levados em conta antes de uma viagem desse tipo e como o tempo costuma passar voando, quanto menos tivermos que refazer alguma coisa melhor.

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Sobre tatySou alguém que ama. Alguém que não sabe viver sem esse sentimento e, talvez por isso, muitas vezes a vida se torne tão sofrida. Não falo de um amor apenas carnal, mas de amor pela vida, pelas coisas, pela natureza, pelo desconhecido. Em tudo o que faço tem um pouco de amor; se não fosse assim não conseguiria fazê-lo. Amo minha profissão e não me vejo em outra. Amo minha família, meus sobrinhos lindos. Amo meu avô que se foi há tanto tempo, mas que até hoje dói. Amo as muitas Tatianas que há em mim. Sou muitas, assim como Clarice e, talvez por isso, me identifico tanto com ela. Amo o Chico e seu jeito de cantar as dores e alegrias das mulheres. Amo U2 e toda beleza e dor que existem por trás das palavras cantadas por Bono. Amo a sensação de saber que sou capaz de amar e de me sentir amada. Amo andar de mãos dadas por aí, sem precisar dizer uma palavra, o jeito, o calor das palmas unidas, dos dedos entrelaçados já falam por si. Amo meus amigos. Minha vida não seria a mesma sem cada um deles, perto ou longe... nos momentos de alegria ou de tristeza. Amo escrever. Ver as palavras ganhando vida no papel, expressando, muitas vezes, aquilo que não consigo expressar em palavras. Amo o jeito como ele me olha. Amo olhá-lo. Amo ouvir música e me deixar invadir pela melodia. Simplesmente amo a vida. Amo o passado e as pessoas que fizeram parte dele. Amo o presente e o que faz parte dele e amo o futuro e todas as perspectivas que ele me traz. Amo... e sei que no dia que esse sentimento me deixar, a vida também não estará mais presente em mim! Quer saber mais, ou entrar em contato? Mande um e-mail para vivendoemedimburgo@gmail.com ou me procure no twitter @vivendoemedimburgo

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