Stockbridge

Inspiring+stockbridge

Logo que comecei a pesquisar sobre Edimburgo a sensação que tinha era que a cidade se dividia apenas em Old Town e New Town, sendo a primeira um encanto em todas as fotos. Mas bastou uma olhada básica em preços de imóveis para ver que bem, linda, mas não daria para morar ali. Comecei então a procurar outros bairros, a ler tudo o que encontrava sobre a cidade e foi assim que descobri um bairro simplesmente apaixonante: Stockbridge!

Stockbride era um vilarejo independente, que passou a pertencer a Edimburgo apenas no século XIX. Tudo na região sempre girou em torno da Stock Bridge, uma ponte de pedra construída no final do século XVIII e que cruza o Water of Leith, principal rio da cidade. A 15 minutos a pé do centro da cidade, ainda hoje, o bairro mantém seu ar de “cidade do interior” dentro da “cidade grande” e, mais um detalhe, ainda não foi descoberto inteiramente pelos turistas, já que o bairro não tem nenhuma atração específica a ser vista. Ainda assim, em agosto, durante os festivais de verão, a St Stephen’s Church, também conhecida como igreja de Stockbridge recebe diversos eventos.

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Apesar de não muito badalado pelos turistas, o bairro conta com diversas lojas de artesanato, whisky, restaurantes e pubs, além de comércios típicos de bairros. E aos domingos ainda tem uma feira de produtores locais no Stockbrigde Market. Quem me conhece sabe que já estou contando as horas pela feira, né?

Para quem quiser saber mais sobre o bairro, existe um site oficial

Para quem sabe espanhol, recomendo também este post da Angie Castells falando sobre porque Stockbrigde merece ser visitado. Confesso que foi um dos posts que me fez apaixonar pela região e contar os minutos para chegar lá e ver tudo isso de perto.

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Sobre tatySou alguém que ama. Alguém que não sabe viver sem esse sentimento e, talvez por isso, muitas vezes a vida se torne tão sofrida. Não falo de um amor apenas carnal, mas de amor pela vida, pelas coisas, pela natureza, pelo desconhecido. Em tudo o que faço tem um pouco de amor; se não fosse assim não conseguiria fazê-lo. Amo minha profissão e não me vejo em outra. Amo minha família, meus sobrinhos lindos. Amo meu avô que se foi há tanto tempo, mas que até hoje dói. Amo as muitas Tatianas que há em mim. Sou muitas, assim como Clarice e, talvez por isso, me identifico tanto com ela. Amo o Chico e seu jeito de cantar as dores e alegrias das mulheres. Amo U2 e toda beleza e dor que existem por trás das palavras cantadas por Bono. Amo a sensação de saber que sou capaz de amar e de me sentir amada. Amo andar de mãos dadas por aí, sem precisar dizer uma palavra, o jeito, o calor das palmas unidas, dos dedos entrelaçados já falam por si. Amo meus amigos. Minha vida não seria a mesma sem cada um deles, perto ou longe... nos momentos de alegria ou de tristeza. Amo escrever. Ver as palavras ganhando vida no papel, expressando, muitas vezes, aquilo que não consigo expressar em palavras. Amo o jeito como ele me olha. Amo olhá-lo. Amo ouvir música e me deixar invadir pela melodia. Simplesmente amo a vida. Amo o passado e as pessoas que fizeram parte dele. Amo o presente e o que faz parte dele e amo o futuro e todas as perspectivas que ele me traz. Amo... e sei que no dia que esse sentimento me deixar, a vida também não estará mais presente em mim! Quer saber mais, ou entrar em contato? Mande um e-mail para vivendoemedimburgo@gmail.com ou me procure no twitter @vivendoemedimburgo

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