Abrindo conta corrente na Escócia

Se tinha uma coisa que estava na minha planilha e com a qual eu não estava nem um pouco preocupada era com a abertura de conta em banco ao chegar a Edinburgh. Por experiências prévias de conhecidos e por tudo o que eu tinha lido até então era só chegar e abrir, nada de burocracias e valores mínimos exorbitantes. Acontece que com aquele escândalo recente envolvendo lavagem de dinheiro e o HSBC, parece que as coisas estão mudando um pouco.

Ontem, um post na comunidade do Facebook de Brasileiros em Glasgow, onde um rapaz relatava dificuldades para abrir sua conta, me chamou a atenção e eu resolvi correr atrás de informações sobre o assunto.

A primeira coisa que me chamou a atenção é que os bancos tem serviços de atendimentos por redes sociais, e-mail e telefone 24 horas por dia, 7 dias por semana. Igualzinho aqui, né? Mas voltando a abertura da conta, ao chegar em Edinburgh basta encontrar a agência mais conveniente para mim, marcar um horário e comparecer levando um documento de identidade (passaporte) e um comprovante de endereço (serve até o comprovante do imposto de TV). O Bank of Scotland não me falou sobre essa opção, mas no Barclays, eles avisam que caso não seja possível apresentar algum desses documentos, a pessoa deve entrar em contato por telefone para eles tentarem encontrar uma outra solução.

Achei interessante ter que marcar horário para ser atendido no banco, deve evitar aquelas esperas intermináveis. E também o fato de não ter que comprovar nenhuma renda, não ter que levar contracheque, imposto de renda, nada disso. Eu já estava preparada para traduzir minha declaração do imposto de renda, ainda mais eu, que trabalho por conta própria. Mas, pelo menos para abrir conta em banco isso não vai ser necessário.

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Sobre tatySou alguém que ama. Alguém que não sabe viver sem esse sentimento e, talvez por isso, muitas vezes a vida se torne tão sofrida. Não falo de um amor apenas carnal, mas de amor pela vida, pelas coisas, pela natureza, pelo desconhecido. Em tudo o que faço tem um pouco de amor; se não fosse assim não conseguiria fazê-lo. Amo minha profissão e não me vejo em outra. Amo minha família, meus sobrinhos lindos. Amo meu avô que se foi há tanto tempo, mas que até hoje dói. Amo as muitas Tatianas que há em mim. Sou muitas, assim como Clarice e, talvez por isso, me identifico tanto com ela. Amo o Chico e seu jeito de cantar as dores e alegrias das mulheres. Amo U2 e toda beleza e dor que existem por trás das palavras cantadas por Bono. Amo a sensação de saber que sou capaz de amar e de me sentir amada. Amo andar de mãos dadas por aí, sem precisar dizer uma palavra, o jeito, o calor das palmas unidas, dos dedos entrelaçados já falam por si. Amo meus amigos. Minha vida não seria a mesma sem cada um deles, perto ou longe... nos momentos de alegria ou de tristeza. Amo escrever. Ver as palavras ganhando vida no papel, expressando, muitas vezes, aquilo que não consigo expressar em palavras. Amo o jeito como ele me olha. Amo olhá-lo. Amo ouvir música e me deixar invadir pela melodia. Simplesmente amo a vida. Amo o passado e as pessoas que fizeram parte dele. Amo o presente e o que faz parte dele e amo o futuro e todas as perspectivas que ele me traz. Amo... e sei que no dia que esse sentimento me deixar, a vida também não estará mais presente em mim! Quer saber mais, ou entrar em contato? Mande um e-mail para vivendoemedimburgo@gmail.com ou me procure no twitter @vivendoemedimburgo

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