Levar ou não levar o computador?

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Como tradutora, meu computador é o meu principal instrumento de trabalho e desde que resolvi mudar para Edinburgh surgiu a dúvida sobre levar ou não o desktop. De cara achei que seria inviável ($$$) e resolvi investir em um bom laptop que me permitiria não passar aperto com os trabalhos, embora eu renda bem menos neste tipo de computador.

Acontece que descobri que não é tão caro assim enviar o computador pelo Fedex. Na verdade sai muito mais barato do que tentar comprar um novo lá. Ainda mais levando em conta que o meu já tem todos os meus documentos, todos os meus programas instalados, etc, etc… Mas, ao entrar em contato com o Fedex para mais informações, a pessoa com que falei pelo telefone me disse que eu teria que ver toda a questão de entrada do computador na Escócia e todo o desembaraço aduaneiro. Já me imaginei recebendo uma taxa absurda, em libra, de imposto de importação.

E lá fui eu entrar em contato com o HMRC (espécie de Receita Federal do Reino Unido) para buscar informações sobre o assunto. E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que se o computador for de uso pessoal meu eu não pago nada? Pois é… Simples assim. Se ele entrar comigo como bagagem eu apenas preciso declará-lo para o pessoal da aduana no aeroporto. Se ele for depois eu tenho que preencher um formulário que baixo no site e avisar ao pessoal do Fedex de que vou pedir isenção da taxa. E preciso comprovar para o HMRC que possuo o computador há mais de seis meses, que moro fora da UE há pelo menos 1 ano e apresentar a nota fiscal. Ah, também preciso me comprometer a não vendê-lo lá em menos de um ano, pois nesse caso eles me cobrarão um valor. Mas fora isso, o computador é meu e, por isso, eles não veem motivo para cobrar qualquer imposto. É ou não é para amar esse lugar?

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Sobre tatySou alguém que ama. Alguém que não sabe viver sem esse sentimento e, talvez por isso, muitas vezes a vida se torne tão sofrida. Não falo de um amor apenas carnal, mas de amor pela vida, pelas coisas, pela natureza, pelo desconhecido. Em tudo o que faço tem um pouco de amor; se não fosse assim não conseguiria fazê-lo. Amo minha profissão e não me vejo em outra. Amo minha família, meus sobrinhos lindos. Amo meu avô que se foi há tanto tempo, mas que até hoje dói. Amo as muitas Tatianas que há em mim. Sou muitas, assim como Clarice e, talvez por isso, me identifico tanto com ela. Amo o Chico e seu jeito de cantar as dores e alegrias das mulheres. Amo U2 e toda beleza e dor que existem por trás das palavras cantadas por Bono. Amo a sensação de saber que sou capaz de amar e de me sentir amada. Amo andar de mãos dadas por aí, sem precisar dizer uma palavra, o jeito, o calor das palmas unidas, dos dedos entrelaçados já falam por si. Amo meus amigos. Minha vida não seria a mesma sem cada um deles, perto ou longe... nos momentos de alegria ou de tristeza. Amo escrever. Ver as palavras ganhando vida no papel, expressando, muitas vezes, aquilo que não consigo expressar em palavras. Amo o jeito como ele me olha. Amo olhá-lo. Amo ouvir música e me deixar invadir pela melodia. Simplesmente amo a vida. Amo o passado e as pessoas que fizeram parte dele. Amo o presente e o que faz parte dele e amo o futuro e todas as perspectivas que ele me traz. Amo... e sei que no dia que esse sentimento me deixar, a vida também não estará mais presente em mim! Quer saber mais, ou entrar em contato? Mande um e-mail para vivendoemedimburgo@gmail.com ou me procure no twitter @vivendoemedimburgo

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