5 meses: começou a bater o medo

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Até o mês passado estava tudo ótimo, preparativos à mil, aquela ansiedade boa. Mas de uns dias para cá o medo começou a bater forte. É só eu pegar qualquer coisa da minha planilha para fazer que daqui a pouco me pego chorando, pensando nas pessoas, coisas e lugares que vou deixar para trás. Nas que corro o risco de não ver mais… E os “e se” começam a me assombrar.

Logo eu que sempre fui tão racional, tão pé no chão, de onde veio essa loucura de querer ir para o outro lado do mundo, sozinha, de uma hora para a outra? Tá, eu sei de onde veio, eu sei que vai ser importante para a minha profissão, para o meu crescimento pessoal, mas vencer o medo está se tornando cada dia mais difícil. Tô começando a ter medo de não conseguir e eu não quero não conseguir. Ok, essa frase ficou péssima.

Acredito que essa ansiedade seja normal, a Universidade de Edimburgo até fala sobre isso, mas para alguém que sofre de ansiedade, lidar com isso é muito, muito complicado. Só espero que aos poucos as coisas possam voltar a melhorar nesses preparativos.

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Sobre tatySou alguém que ama. Alguém que não sabe viver sem esse sentimento e, talvez por isso, muitas vezes a vida se torne tão sofrida. Não falo de um amor apenas carnal, mas de amor pela vida, pelas coisas, pela natureza, pelo desconhecido. Em tudo o que faço tem um pouco de amor; se não fosse assim não conseguiria fazê-lo. Amo minha profissão e não me vejo em outra. Amo minha família, meus sobrinhos lindos. Amo meu avô que se foi há tanto tempo, mas que até hoje dói. Amo as muitas Tatianas que há em mim. Sou muitas, assim como Clarice e, talvez por isso, me identifico tanto com ela. Amo o Chico e seu jeito de cantar as dores e alegrias das mulheres. Amo U2 e toda beleza e dor que existem por trás das palavras cantadas por Bono. Amo a sensação de saber que sou capaz de amar e de me sentir amada. Amo andar de mãos dadas por aí, sem precisar dizer uma palavra, o jeito, o calor das palmas unidas, dos dedos entrelaçados já falam por si. Amo meus amigos. Minha vida não seria a mesma sem cada um deles, perto ou longe... nos momentos de alegria ou de tristeza. Amo escrever. Ver as palavras ganhando vida no papel, expressando, muitas vezes, aquilo que não consigo expressar em palavras. Amo o jeito como ele me olha. Amo olhá-lo. Amo ouvir música e me deixar invadir pela melodia. Simplesmente amo a vida. Amo o passado e as pessoas que fizeram parte dele. Amo o presente e o que faz parte dele e amo o futuro e todas as perspectivas que ele me traz. Amo... e sei que no dia que esse sentimento me deixar, a vida também não estará mais presente em mim! Quer saber mais, ou entrar em contato? Mande um e-mail para vivendoemedimburgo@gmail.com ou me procure no twitter @vivendoemedimburgo

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