Festival do Beltane em Edimburgo

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Todo dia 30 de maio, quando anoitece, acontece no alto do Calton Hill, aqui em Edimburgo, o festival do Beltane.

O Beltane é um festival celta que, embora ocorra na primavera, marca o início do verão no hemisfério Norte. É reconhecido como festival da fertilidade, simbolizando a união entre as energias feminina e masculina. Na época dos celtas, durante o festival, eram acesas fogueiras nos topos dos montes e lugares considerados sagrados. E, como tradição, as pessoas queimavam oferendas para que o poder do fogo fosse passado ao rebanho e pulavam as fogueiras para que se enchessem das mesmas energias poderosas.

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Mantendo a tradição, assim que o sol se pôs em Edimburgo, no último domingo, tochas e fogueiras começaram a ser acesas no alto do Calton Hill, ao mesmo tempo em que batidas de tambor marcavam o compasso. Apesar do vento frio, as pessoas vestiam cores, riam e falavam alto. Lá pelas tantas começou uma espécie de procissão, seguindo as figuras do feminino e do masculino que paravam em cada um dos pontos de fogo para apresentações (as oferendas de hoje) marcadas por dança e as mais variadas performances.

Este foi simplesmente um dos festivais mais estranhos que já presenciei. Confuso ao início, um pouco assustador com todo aquele fogo em volta, as pessoas vestidas com seus trajes coloridos. Provavelmente não animaria a ir de novo, mas acho que vale a pena ir pelo menos uma vez e passar algumas horas. Afinal, há uma certa beleza em se continuar celebrando hoje algo tão antigo e ainda tão marcante culturalmente.

 

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Sobre tatySou alguém que ama. Alguém que não sabe viver sem esse sentimento e, talvez por isso, muitas vezes a vida se torne tão sofrida. Não falo de um amor apenas carnal, mas de amor pela vida, pelas coisas, pela natureza, pelo desconhecido. Em tudo o que faço tem um pouco de amor; se não fosse assim não conseguiria fazê-lo. Amo minha profissão e não me vejo em outra. Amo minha família, meus sobrinhos lindos. Amo meu avô que se foi há tanto tempo, mas que até hoje dói. Amo as muitas Tatianas que há em mim. Sou muitas, assim como Clarice e, talvez por isso, me identifico tanto com ela. Amo o Chico e seu jeito de cantar as dores e alegrias das mulheres. Amo U2 e toda beleza e dor que existem por trás das palavras cantadas por Bono. Amo a sensação de saber que sou capaz de amar e de me sentir amada. Amo andar de mãos dadas por aí, sem precisar dizer uma palavra, o jeito, o calor das palmas unidas, dos dedos entrelaçados já falam por si. Amo meus amigos. Minha vida não seria a mesma sem cada um deles, perto ou longe... nos momentos de alegria ou de tristeza. Amo escrever. Ver as palavras ganhando vida no papel, expressando, muitas vezes, aquilo que não consigo expressar em palavras. Amo o jeito como ele me olha. Amo olhá-lo. Amo ouvir música e me deixar invadir pela melodia. Simplesmente amo a vida. Amo o passado e as pessoas que fizeram parte dele. Amo o presente e o que faz parte dele e amo o futuro e todas as perspectivas que ele me traz. Amo... e sei que no dia que esse sentimento me deixar, a vida também não estará mais presente em mim! Quer saber mais, ou entrar em contato? Mande um e-mail para vivendoemedimburgo@gmail.com ou me procure no twitter @vivendoemedimburgo

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