Divulgação: sorteio no @helloescocia

Promo @helloescociaedited2

Crédito da foto: Scotch Whisky Experience

No dia 25 de julho o instagram @helloescocia completa 1 ano de vida. E para comemorar vai ser realizado um sorteio de um par de ingressos para o Silver Tour no Scotch Whisky Experience, em Edimburgo, com direito a áudio guia em português do Brasil. Você pretende estar na Escócia entre o final de julho desse ano e julho de 2019? Então não deixe de participar dessa promoção.

Os detalhes de como participar podem ser encontrados na postagem do dia 10/07/2018 no @helloescocia. E abaixo, você encontra o regulamento completo da promoção.

E se você não mora na Europa e não tem previsão de viajar até julho do ano que vem, não se preocupe, em breve o @helloescocia realizará mais um sorteio, dessa vez voltado para pessoas como você. Fique de olho.

Regulamento da promoção de 1 ano do @helloescocia:

  1. Pessoas que marcarem nos comentários perfis empresariais e/ou de marcas, personalidades ou fake serão desclassificadas.
  2. Podem participar pessoas residentes em todo território brasileiro e europeu, mas como o prêmio está vinculado à Escócia, pedimos que só participem pessoas realmente com viagens planejadas para até 25/07/2019 (data limite do prêmio).
  3. O prêmio consiste em um par de ingressos adulto padrão (para pessoas acima de 18 anos) para a Silver Tour no Scoth Whisky Experience, em Edimburgo. Detalhes completos sobre a Tour podem ser encontradas no site do Scoth Whisky Experience.
  4. O prêmio inclui apenas os ingressos. Qualquer outra despesa corre por conta do ganhador.
  5. Serão válidos os comentários postados até 12h , do dia 25/07/2018. E o resultado será divulgado até as 22h do mesmo dia em uma nova publicação no Instagram @helloescocia
  6. Para participar é necessário seguir as regras acima descritas. Respeitando todos os itens.
  7. São permitidos mais de um comentário por perfil, desde que indique amigos diferentes em cada comentário.
  8. O sorteio será feito pela ferramenta site Sorteiogram (http://sorteiogram.com/)
  9. O ganhador deverá entrar em contato com o perfil @helloescocia por mensagem direta no Instagram, para enviar dados pessoais e combinar a retirada do prêmop. Esse contato deve acontecer, no máximo, até o dia 26/07/2018 às 22h. Caso contrário, um novo sorteio será realizado.
  10. O prêmio não poderá ser trocado pelo valor relativo em dinheiro.
  11. Este sorteio tem caráter exclusivamente promocional e não implica qualquer modalidade de pagamento por parte dos participantes, não sendo, portanto, necessária a aquisição de nenhum produto, bem ou serviço.
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Segunda viagem às Highlands: até que enfim Inverness

Apesar de já ter tido o gostinho de passar pelas Highlands no bate-volta feito com a Timberbush Tours, ainda faltava conhecer Inverness. Por isso voltei à empresa para o passeio de dois dias deles chamado Loch Ness, Inverness e The Highlands.

Loch lomond

Loch Lomond

Diferente do passeio anterior, no qual o miniônibus estava bem cheio, dessa vez saímos de Edimburgo em uma van apenas o guia, eu, minha mãe e um turista alemão. De Edimburgo partimos para Glasgow onde pegamos mais uma companheira de viagem, uma jovem alemã. De lá partimos em direção ao vilarejo de Luss, às margens do Loch Lomond, uma das paisagens mais belas que encontrei em toda a viagem. Como no passeio anterior, passamos por Glencoe, local do massacre do Clã MacDonald em 1692, e, mais uma vez, foi impossível não ficar admirado com a vista. A van seguiu rumo a Fort William onde pudemos ter uma vista do Ben Nevis, a montanha mais alta da Grã Bretanha. Depois do almoço na região seguimos pela estrada que margeia o Lago Ness. De repente nosso guia parou no meio do nada na estrada e nos deu uma vista privilegiada do Urquhart Castle. Dali seguimos para Inverness, aonde chegamos no finzinho da tarde.

Glencoe

Glencloe – palco do massacre do Clã MacDonald

urquart

Urquhart Castle visto da estrada

Inverness merece um parágrafo a parte. Ela é a capital da região das Highlands e a principal porta de entrada para a região. Diferente do que muitos pensam, a cidade não fica às margens do Lago Ness. Na verdade, ela é cortada pelo Rio Ness, um rio de mais ou menos 20 km de extensão. Existem três pontes que cortam o rio na cidade, sendo uma delas para pedestres. Infelizmente, como chegamos já no fim da tarde, não foi possível visitar a Catedral de St. Andrew por dentro e o frio congelante não estava animando a longas caminhadas. Ainda assim seguimos colina acima em direção ao Castelo. O Castelo de Inverness não é aberto ao público, lá em cima parece funcionar uma espécie de repartição do governo, mas ainda assim, vale a pena ir até lá e desfrutar da vista 360° da cidade, vista de cima.

Inverness

Inverness vista do Castelo

Inverness

Castelo de Inverness visto das margens do Rio Ness

No dia seguinte, saímos bem cedo rumo ao campo de batalha de Culloden. Confesso que como uma pessoa apaixonada por história e fã da série Outlander, eu estava bem ansiosa por este momento. Mas antes, demos uma parada em Clava Cairns, um círculo de pedras pré-histórico datando de mais de 4.000 anos. E que dizem ter servido de inspiração para Craigh na Dun. Muitos turistas dizem sentir vibrações energéticas estranhas no círculo. Não senti nada, mas por via das dúvidas, fiz questão de encostar em uma das pedras e ver se ela me levava até James Fraser (brincadeirinha, ou não!). De lá seguimos para Culloden, onde aí sim, a energia desabou sobre mim. O campo é impressionante e é impossível não pensar em todo o sofrimento, todo o sangue derramado naquele local. Infelizmente, por termos chegado cedo demais, o Visitor Centre ainda estava fechado e demoraria umas duas horas para abrir. E, exceto por mim, ninguém parecia animado a esperar no frio e na chuva. Então, fomos embora depois de alguma caminhada e algumas fotos. Mas, se for lá, não deixe de observar que em todo o campo existem bandeiras vermelhas e azuis. Elas indicam as posições onde estavam o exército britânico (vermelhas) e os escoceses (azuis). Já que não demoramos muito em Culloden seguimos em direção à Dalwhinnie Distillery, que não estava no roteiro, e qual não foi a surpresa ao começar a perceber neve pelo caminho? Quando a van parou tive que me segurar para não sair enlouquecida agarrando a neve. Imagina a emoção? Minha primeira neve. E o guia e o alemão brincando comigo, me perguntando se alguma vez eu já tinha visto algo parecido. A Dalwhinnie tem a mais alta localização de todas as destilarias da Escócia o que, segundo o guia, implica uma água mais pura e mais fria, que influencia as características do whisky Dalwhinnie. O passeio pela destilaria foi bem interessante e a degustação de whisky com chocolate meio amargo, surpreendente. Seguimos para o Sul, em direção a Dunkeld, uma cidade pequena, com pouco mais de 1.200 habitantes, que tem como atração principal a Dunkeld Cathedral, considerada a mais romântica da Escócia. De lá, seguimos novamente rumo à Royal Mile, onde tudo havia começado na véspera.

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Clava Cairns

destilaria

Dalwhinnie Distillery

 

 

 

 

Dunkeld

Dunkeld Cathedral, a mais romântica da Escócia

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Dunkeld Cathedral por dentro

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Entrada do campo de Culloden

O passeio custou 89 libras por adulto (em março de 2017), sendo que a entrada na destilaria foi paga à parte, assim como as refeições e a hospedagem em Inverness. Eu solicitei e a Timberbush cuidou da reserva do hotel para mim, mas eu tive que conversar com eles para que isso fosse feito. A hospedagem poderia ser em hotel, pousada ou hostel.

No geral, o passeio foi bacana por ter uma visão bem diferente da do passeio anterior, que foi mais corrido. Mas para quem, como eu, estiver mais interessado em conhecer Inverness e Culloden eu não indico, afinal já chegamos em Inverness com tudo fechado e saímos muito cedo no dia seguinte; e justamente por termos saído tão cedo, não pegamos o Visitor Centre de Culloden aberto, o que foi uma pena. Foi interessante para uma primeira visita, mas da próxima vez pretendo voltar por minha conta, de trem, ônibus …, eu mesma fazendo meu roteiro e meus horários, para ver tudo no meu tempo.

 

 

Stockbridge

Inspiring+stockbridge

Logo que comecei a pesquisar sobre Edimburgo a sensação que tinha era que a cidade se dividia apenas em Old Town e New Town, sendo a primeira um encanto em todas as fotos. Mas bastou uma olhada básica em preços de imóveis para ver que bem, linda, mas não daria para morar ali. Comecei então a procurar outros bairros, a ler tudo o que encontrava sobre a cidade e foi assim que descobri um bairro simplesmente apaixonante: Stockbridge!

Stockbride era um vilarejo independente, que passou a pertencer a Edimburgo apenas no século XIX. Tudo na região sempre girou em torno da Stock Bridge, uma ponte de pedra construída no final do século XVIII e que cruza o Water of Leith, principal rio da cidade. A 15 minutos a pé do centro da cidade, ainda hoje, o bairro mantém seu ar de “cidade do interior” dentro da “cidade grande” e, mais um detalhe, ainda não foi descoberto inteiramente pelos turistas, já que o bairro não tem nenhuma atração específica a ser vista. Ainda assim, em agosto, durante os festivais de verão, a St Stephen’s Church, também conhecida como igreja de Stockbridge recebe diversos eventos.

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Apesar de não muito badalado pelos turistas, o bairro conta com diversas lojas de artesanato, whisky, restaurantes e pubs, além de comércios típicos de bairros. E aos domingos ainda tem uma feira de produtores locais no Stockbrigde Market. Quem me conhece sabe que já estou contando as horas pela feira, né?

Para quem quiser saber mais sobre o bairro, existe um site oficial

Para quem sabe espanhol, recomendo também este post da Angie Castells falando sobre porque Stockbrigde merece ser visitado. Confesso que foi um dos posts que me fez apaixonar pela região e contar os minutos para chegar lá e ver tudo isso de perto.